O que procuramos
Entramos como sócio operador, não como fundo que só assina cheque. Buscamos empresas que já vendem, já têm cliente pagante e travaram no mesmo ponto: a operação cresceu mais rápido que o controle. O gargalo não costuma ser dinheiro. Falta método, e método é o que trazemos.
Os sinais que buscamos
Já vende
Receita real e cliente pagante, com contrato recorrente ou repetição de compra. Não entramos em ideia, protótipo ou plano de negócio sem faturamento.
Operação maior que o controle
O funil enche mais rápido do que a capacidade de medir, cobrar e entregar. Esse descompasso, não a falta de caixa, é o problema que resolvemos.
Time que já opera
Existe gente cuidando da operação no dia a dia. O fundador não segura tudo sozinho.
Disposição para abrir número
Conselho, orçamento e relatório mensal comparável entram na rotina. Quem prefere manter o controle fechado fica fora do critério.
Tecnologia e gestão movem o resultado
Preferimos operação onde ERP, dado e processo mudam o resultado, não commodity decidida só no preço.
Setores onde já operamos
Tecnologia e ERP, segurança patrimonial, odontologia, alimentício, suplementação humana e suplementação para pets. Cada um desses setores já passou pelo nosso critério e segue ativo no portfólio hoje. A tese não nasceu setorial: olhamos para operação, time e cliente pagante, não para o código de atividade da empresa. Um negócio de outro setor entra na mesma conversa, desde que os sinais acima apareçam.
O que fica fora
A lista abaixo poupa uma conversa que não vai adiante. Se algum item descreve sua empresa hoje, o momento certo de nos procurar é depois de resolvê-lo, não antes.
- Negócio pré-receita ou só com prova de conceito.
- Operação sem cliente pagante recorrente, dependente de contrato de teste.
- Sócio que prefere manter a contabilidade fechada para o conselho.
- Tese que depende de um único cliente ou de um único fornecedor.
Como avaliamos
Toda resposta ao formulário passa por alguém do time, não por um filtro automático. Se o que você descreveu bate com os sinais que buscamos, a próxima etapa é uma conversa, não uma proposta pronta. Ali perguntamos o que o formulário não perguntou: como a operação funciona no dia a dia, quem decide o que e onde o controle já existe. Só depois dessa conversa fazemos o diagnóstico que mostra se faz sentido investir, e em que formato.
Ticket, participação e prazo
Não publicamos faixa de ticket, percentual de participação ou prazo de permanência. Cada operação nasce de um diagnóstico da empresa candidata, e o tamanho do investimento sai desse diagnóstico, não de uma tabela fixa. Essa conversa acontece depois do primeiro contato, quando já lemos o que você descreveu no formulário.
Pronto para conversar?
Se os critérios acima descrevem sua empresa, o próximo passo é o formulário. Ele pede número e contexto, não uma promessa de crescimento.