Quem somos
Capital sozinho não resolve gargalo de operação.
A Antequera é uma holding de participações. Entramos no quadro societário das empresas que escolhemos, sentamos no conselho e levamos o que já construímos em outra operação: sistema, controladoria e disciplina de governança.
Como pensamos
Fundo tradicional manda dinheiro e acompanha de longe. A Antequera senta dentro da operação: entende onde ela trava antes de decidir o aporte. Na prática, isso significa colocar gente e sistema dentro da empresa, não só assinar um cheque e esperar o relatório trimestral.
O gargalo não costuma ser dinheiro. Empresa que já vende e já tem cliente pagante trava quase sempre no mesmo ponto: a operação cresceu mais rápido que o controle. É aí que entramos.
Na prática, a investida passa a rodar no mesmo ERP e no mesmo painel de indicadores que as outras empresas do grupo usam, em vez de montar um relatório à parte só para o sócio ver uma vez por mês. O número que orienta a decisão interna é o mesmo que chega ao conselho, sem tradução no meio do caminho.
Isso muda a rotina de quem dirige a investida antes de mudar o resultado financeiro. A investida ganha agenda de conselho fixa, orçamento anual formal e comparação mês a mês contra esse orçamento: disciplina que a maioria das empresas de porte médio nunca teve tempo de montar sozinha.
O que não fazemos
A lista abaixo define postura, não regulamento interno. É o que separa o modelo de sócio operador do modelo de fundo que só assina cheque.
Não é fundo de prateleira
Não existe estrutura pronta de fora aplicada sem entender o negócio primeiro. O aporte só acontece depois do diagnóstico: entender onde a operação trava e o que já funciona bem, antes de mexer em qualquer coisa.
Não tem prazo de saída para cumprir
Capital de fundo responde a cotista com data de resgate. O nosso é capital próprio: ficamos o tempo que o negócio pedir, sem cronograma de venda definido de antemão.
Não mantém dois números
O relatório que o conselho recebe da investida é o mesmo que circula dentro da operação. Não existe versão resumida para fora e versão completa só para dentro.
Não decide de longe
O sócio da Antequera senta no conselho, acompanha o indicador todo mês e conhece a operação por dentro. A decisão sobre a empresa não sai de um comitê que nunca pisou lá.
O que uma investida ganha no primeiro mês
Capital
Colocamos dinheiro próprio no negócio. Não respondemos a cotista externo nem cumprimos prazo de saída de fundo, então ficamos o tempo que a operação pedir.
Tecnologia
O grupo desenvolve os próprios sistemas de gestão. Uma investida recebe ERP, BI e automação como ativo do grupo, sem abrir processo de compra nem esperar implantação de fornecedor externo.
Gestão
Controladoria, formação de preço e fluxo de caixa passam a rodar no mesmo padrão das outras empresas do portfólio. O time da operação ganha um método pronto, testado em outro negócio antes do seu.
Governança
Conselho, orçamento anual e número auditável entram desde o primeiro mês. Sócio do grupo acompanha o mesmo indicador que a diretoria da investida acompanha.
Onde isso já está rodando
A tese fica mais clara com um caso real. Veja o portfólio atual e como cada empresa aplica esse modelo na prática.